| A. Ciências Exatas e da Terra - 5. Matemática - 6. Matemática |
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| A FAMÍLIA NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA |
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Ana Maria Libório de Oliveira01
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1. Universidade do Estado do Amazonas
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| INTRODUÇÃO: |
| Com a intenção de fazer uma análise de um pequeno público da 5ª série de uma escola pública, situada em tabatinga, uma análise eficaz com intuito de alertar a participação da família nas atividades escolares e no ensino da matemática do ensino fundamental, este artigo esboça o que se pode chamar de Educação Matemática Familiar. Sabendo que a referida Família trata-se da união família-escola-aluno. A família, a escola e o aluno formam os vértices do triângulo do sucesso na educação e a falta de qualquer um deles impede que ele se concretize. As análises devem servir de estudo, como base e como meios para aprimorar o desenvolvimento do aluno e a participação da família criando projetos que desenvolvem essa interação. |
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| METODOLOGIA: |
| No primeiro momento deu-se com 46 alunos e 01 professor de matemática. Dos 46 alunos, apenas 15 pais compareceram à reunião para verificação do comportamento, assiduidade e notas. Ao perguntar dos 21 alunos os porquês do não comparecimento da reunião dos responsáveis, 18 alunos falaram que os pais trabalhavam e 3 alunos responderam que o pai estava trabalhando e a mãe cuidando do irmão mais novo e da casa. Notou-se que não somente na série citada, mas nas demais o índice de participação foi inferior de 15%. E considerando que o índice produtivo e satisfatório seria a participação de 80% dos responsáveis dos seus dependentes, apesar de não ter participação de porcentagem estabelecida por nenhuma pesquisa. No segundo momento as atividades pedidas pelo professor para realizarem em casa, não eram realizadas, dos 46 alunos, apenas 3 deles faziam as atividades e todos com a participação dos familiares, o restante falaram que seus pais não sabiam ajudar ou estavam cansados. |
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| RESULTADOS: |
| As grandes dificuldades em relação ao ensino e aprendizagem dos "problemas" não estavam nas operações que deviam ser resolvidas, mas na compreensão de seu conteúdo tanto pelos professores quanto pelos estudantes (talvez por isso uma grande preocupação com a linguagem) e de qual estratégia utilizar em sua resolução. Maiores dificuldades, entretanto, são encontradas quando tratando da operação de divisão e à falta de habilidade para decorar tabelas de multiplicação, uma vez que até o terceiro ano os estudantes já deviam "saber" as tabuadas, o que possibilitaria agilidade nas operações e no encaminhamento dos "problemas". Àqueles alunos que possuem uma linguagem formal em casa e na escola têm melhor habilidade na compreensão e resolução de problemas de aplicação. Apesar de haver uma dita distância entre o português e a matemática as duas disciplinas devem ser aliadas; pois não se resolve um problema matemático sem a interpretação de texto, e sendo as duas disciplinas formas linguagens, por meio da matemática é possível estabelecer à comunicação. |
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| CONCLUSÃO: |
A família está se afastando de seu papel principal, não basta inserir a criança e o adolescente em Instituições de Ensino, deve ter a participação na construção do “conhecimento” e no “conhecimento” de seu desenvolvimento.A escola também educa, de forma restrita, mas atuante. “O ser, o ter e o fazer são como triângulo, no qual cada lado serve de apoio para os demais. Não há conflito entre eles”(Shakti Gawain). Por mais que seja difícil o acompanhamento é essencial.
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| Instituição de Fomento: Universidade do Estado do Amazonas |
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| Trabalho de Iniciação Científica |
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| Palavras-chave: Formação matemática , Família, Aluno. |